domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Problemas menores
Momento WTF do dia informativo: os manos Fernandes (na rusga em Lisboa). "A gente nem Bilhete d'Entidade devíamos ter porque somos menores".
SIC- Jornal da Noite
Imperfeições
Foi vencedor de dois galardões de ouro no mais recente Cannes Lions International Advertising Festival de 2010. Bem realizado, com a quase impossível missão de passar a mensagem de promoção da família tendo como cenário um funeral, este anúncio relembra-me que são as nossas imperfeições que nos tornam perfeitos para algumas pessoas. E disso, nem sempre nos conseguimos aperceber.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Melodias que me fizeram...
Nick Cave - "Love Letter"
I hold this letter in my hand
A plea, a petition, a kind of prayer
I hope it does as I have planned
Losing her again is more than I can bear
I kiss the cold, white envelope
I press my lips against her name
Two hundred words. We live in hope
The sky hangs heavy with rain
Love Letter Love Letter
Go get her Go get her
Love Letter Love Letter
Go tell her Go tell her
A wicked wind whips up the hill
A handful of hopeful words
I love her and I always will
The sky is ready to burst
Said something I did not mean to say
Said something I did not mean to say
Said something I did not mean to say
It all came out the wrong way
Love Letter Love letter
Go get her Go get her
Love Letter Love letter
Go tell her Go tell her
Rain your kisses down upon me
Rain your kisses down in storms
And for all who'll come before me
In your slowly fading forms
I'm going out of my mind
Will leave me standing in
The rain with a letter and a prayer
Whispered on the wind
Come back to me
Come back to me
O baby please come back to me
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Eles "andem" aí
Quando leio isto, fico cada vez mais preocupado e convencido de que todos temos de fazer uma profunda reflexão relativamente ao que andamos a fazer à nossa educação. A máxima que seguem - "to every question, there should be more than a single answer" - resulta. Atentos, que eles ""andem" por aí.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Sebastião Salgado
Quem fotografa desta maneira, conseguiu o que poucos conseguem: entender o complicado sentido da vida.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pop Dell'Arte
...e por falar em grandes almas: Pop Dell'Arte. Voltei aos anos 80 para recordar um dos melhores projectos musicais em língua lusa.
Até a lua tem duas faces
Confesso que me ri. Esse foi o instinto primeiro. Depois, tentei desligar-me desse primeiro impacto. António Olaio não é tolo nenhum. Revela apenas a coragem das grandes almas.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Alfie no Maria Matos
(perdoe-se o início cheio de anglicismos mas o senhor em questão vem de terras da Grã-Bretanha e leva a coisa muito a sério)
Neil Hannon, dandy, compositor, cantor, songwriter e entertainer ("I entertain people. That's what I do"). Chapéu de coco, fato completo, pasta e cachimbo. Assim se apresentou ontem no Maria Matos, a alma do projecto Divine Comedy. Espirituoso e gozão ("Well, Greece comes first; Ireland, in second; and…" disse, ironizando esta crise endémica, na introdução de "The Complete Banker"), intercalou o piano com a guitarra. E foi no piano que teve o momento alto da noite com "Our Mutual Friend". Curiosamente, gostei mais de o ver (e ouvir) com a guitarra mas percebe-se que é no piano que está mais à vontade. Quando pegou na guitarra disse que estava um bocadinho bêbado e que se devia responsabilizar o seu amigo português Rodrigo Leão ("Blame Rodrigo")! Mesmo assim, com um ou outro engano com a palheta, destaque-se o magnífico "A Lady of a Certain Age" ou "Becoming more like Alfie", tocado e cantado com um sentimento que, por vezes, no concerto, se perdeu no meio do seu sentido de humor, este sim, sempre presente. Recorreu a um alinhamento ligeiramente diferente daquele que consta do seu mais recente registo ao vivo - "The Divine Comedy-At Somerset House" - recuperando temas mais antigos ("Generation Sex", ...) e até a uma surpreendente versão de "Don't You Want Me" dos Human League (em contrapartida, "Blue Monday" dos New Order ficou de fora em "Indie Disco"). Na primeira parte esteve uma loiríssima Cathy Davey. Irlandesa (também), dona de um timbre vocal muito bonito mas ainda com um longo caminho a percorrer. Valeu pela presença e pelo tema em conjunto com Neil Hannon.
Foi uma bela forma de transformar, de alguma forma, o sentido de uma agitada e fria terça-feira. A companhia foi magnífica e ficou apenas a faltar "If…".
Neil Hannon, dandy, compositor, cantor, songwriter e entertainer ("I entertain people. That's what I do"). Chapéu de coco, fato completo, pasta e cachimbo. Assim se apresentou ontem no Maria Matos, a alma do projecto Divine Comedy. Espirituoso e gozão ("Well, Greece comes first; Ireland, in second; and…" disse, ironizando esta crise endémica, na introdução de "The Complete Banker"), intercalou o piano com a guitarra. E foi no piano que teve o momento alto da noite com "Our Mutual Friend". Curiosamente, gostei mais de o ver (e ouvir) com a guitarra mas percebe-se que é no piano que está mais à vontade. Quando pegou na guitarra disse que estava um bocadinho bêbado e que se devia responsabilizar o seu amigo português Rodrigo Leão ("Blame Rodrigo")! Mesmo assim, com um ou outro engano com a palheta, destaque-se o magnífico "A Lady of a Certain Age" ou "Becoming more like Alfie", tocado e cantado com um sentimento que, por vezes, no concerto, se perdeu no meio do seu sentido de humor, este sim, sempre presente. Recorreu a um alinhamento ligeiramente diferente daquele que consta do seu mais recente registo ao vivo - "The Divine Comedy-At Somerset House" - recuperando temas mais antigos ("Generation Sex", ...) e até a uma surpreendente versão de "Don't You Want Me" dos Human League (em contrapartida, "Blue Monday" dos New Order ficou de fora em "Indie Disco"). Na primeira parte esteve uma loiríssima Cathy Davey. Irlandesa (também), dona de um timbre vocal muito bonito mas ainda com um longo caminho a percorrer. Valeu pela presença e pelo tema em conjunto com Neil Hannon.
Foi uma bela forma de transformar, de alguma forma, o sentido de uma agitada e fria terça-feira. A companhia foi magnífica e ficou apenas a faltar "If…".
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