quinta-feira, 17 de abril de 2008

(A)final já foi (não podem passar os dois?!)


90 minutos inesquecíveis daquele que é, queiram ou não, o rei dos derbies e dos jogos, no nosso cantinho. Futebol em estado puro no melhor jogo do ano. Memorável!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Paranoid feels like...

"Paranoid Android" é um dos temas mais belos dos Radiohead em OK Computer de 1997. Criação da inspiração plena de Mr. Thom Yorke, intercala o piano com o forte. No fundo, é paranóia real de quem gravou o tema na mansão da actriz Jane Seymor, uma habitação do século XV que Thom crê estar assombrada. Improvisada por Brad Mehldau, faz-nos apreciar muito mais o estarmos vivos.
A versão original:
A versão Brad Mehldau aqui

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O poder da ilusão


Não entendo (mas tenho tentado) o porquê dos Sindicatos de Professores verem neste "acordo" alcançado com o Min. da Educação, motivo de regozijo. Vitória? Nem moral.
Mas o que mudou, afinal? Nada.

Uma memória em 6 palavras

Resposta a um desafio lançado pelo Carlos:
"Os mesmos amigos de hoje"

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Hora dos mestres II

Jeff Buckley - Lover You Should've Come Over

Dias do sistema

Durante os anos em que esteve à frente dos destinos do Sporting C.P., António Dias da Cunha debateu-se, quase sempre sozinho, pela transparência do futebol português. Sabia que existiam esquemas, jogos de bastidores, telefonemas, formas de pressionar os árbitros e juízes de linha, metáforas que envolviam "frutas" e negocietas à portuguesa. Falava-se num sistema montado que beneficiaria alguns emblemas do norte do país. Claramente, o Sporting seria um dos  clubes mais prejudicados simplesmente porque não alinhava nos "esquemas". Durante todo esse tempo, o então Presidente do Sporting foi vítima de chacota à conta do "sistema". Afinal o sistema existiu e Dias da Cunha tinha razão!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fosse a vida

Carlos Lopes, amigo-irmão, no seu blogue:
Fosse a vida um gesto simples traço de luz sem luz ao fundo talvez assim fossem mais amplos os abraços e os dias mais intensos Fosse a vida um único caminho feito entre a terra e o mar e os destinos dos meus passos saberiam naufragar

Momentos Jô

Incrível desempenho de Denise Reis, a mulher-trompete, no Programa do Jô Soares (infelizmente desaparecido dos canais da cabo, sem pagar)
(Obrigado, Janeca)

domingo, 6 de abril de 2008

Hora dos mestres I

Tom Waits - "Downtown train"

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Control


O que impressiona em Control de Anton Corbijn é a forma como uma estória tantas vezes sabida, é contada. A opção pelo preto e branco resulta em telas que se atropelam ao longo do filme mostrando os cenários da Inglaterra Thatcheriana de forma tão realista que nos transportam literalmente para as cenas. Junte-se à fotografia/realização,  uma notável interpretação dos actores com particular realce para o Ian Curtis de Sam Riley e estamos perante uma obra-prima da 7ª arte. A genialidade de Curtis está sempre presente (mesmo que tenha havido grande simpatia na forma como é retratado), e os Joy Division foram finalmente percebidos, por mim, na totalidade. Mesmo (et pour cause) que um sentimento de alguma angústia me tenha acompanhado ao longo do filme. 

(Imprescindível a leitura, pós-filme, do testemunho, na primeira pessoa, de Natalie Curtis a propósito de Control, do que sentiu ao vê-lo e ao recordar o seu pai).